Quantas vezes você sentiu um incômodo ao chegar ao trabalho e – pior – esse mal-estar se arrastou ao longo do dia? A vontade era a de estar em qualquer outro lugar, menos ali, desempenhando tarefas que, em outro momento, eram empolgantes. De repente, você sentiu que sua carreira não trazia mais satisfação. A sensação é compartilhada por muita gente. Um sentimento um pouco mais raro é a felicidade. Neste post, tentamos traduzir, em cinco tópicos, o que é ser feliz no trabalho. Veja a seguir e avalie seu nível de felicidade:
1) Você está sempre em estado de “flow”.
O psicólogo Mihaly Csikszentmihalyi, pesquisador da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, notou um fenômeno a que chamou de “flow” (fluxo). Trata-se de um estado de gratificação que ocorre “quando o engajamento numa atividade é tão intenso que dá aquela sensação boa de estar completamente absorto, a ponto de esquecer do mundo e perder a noção do tempo”. Quantas vezes isso acontece com você durante o expediente? Nunca? Alerta vermelho.
2) Você gosta mesmo do que faz.
Tanto que, mesmo fora do horário de trabalho, procura ler ou se envolver com os assuntos relacionados à profissão, porque ela faz parte do conjunto de coisas boas que você escolheu na vida. E se é bom, eu quero repetir. Detalhe: é ilusão pensar que alguém faz somente o que gosta. Mesmo adorando a carreira que abraçou, é perfeitamente esperado que encontre tarefas menos prazerosas aqui e ali.
3) Você faz parte de uma rede de apoio.
As pessoas felizes têm em quem confiar, sabem disso e, ao mesmo tempo, são parte da rede de apoio de alguém. O ser humano é uma espécie sociável. Não gostamos de viver sozinhos.
4) Você reconhece e usa seus pontos fortes com frequência.
Uma pessoa feliz está normalmente fazendo bem alguma coisa. Tem uma competência única, que a diferencia, e sabe usá-la. É aquela sensação de acabar um trabalho, não conseguir conter o entusiasmo, um sorriso de satisfação, e aquela vontade de gritar: “eu sou f…”!
5) Você tem um propósito.
Deixei este item por último porque o propósito garante rumo às nossas ações. É a nossa bússola. É ele que mostra se estamos no caminho certo – ou não. Tenha o hábito de se perguntar se está fazendo a diferença (para você mesmo) ou se apenas se acostumou.